28.10.2011
Deputados do PSD requereram a presença do Presidente da RTP na 12ª Comissão para apresentar o Plano de Reestruturação da Empresa

Esta semana foi apresentado publicamente o Plano de Sustentabilidade Económica e Financeira da RTP, que tem como objectivo abordar o futuro mais próximo da RTP e proceder a uma profunda reforma na empresa.

De acordo com o que foi tornado público, no mencionado plano apresentam-se medidas destinadas a garantir, até 2013, a sustentabilidade económico-financeira da empresa no respeito pelo princípio da garantia da prestação de um serviço público efectivo através de um canal de serviço público não residual e de vários canais temáticos. O mencionado plano encerra ainda medidas de natureza diversificada como a já anunciada alienação de um canal generalista.

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21.10.2011
Orçamento de um Estado em Emergência (Crónica Rádio Fundação)

Pouco mais haverá a dizer sobre as medidas duras e exigentes contidas na Proposta de Orçamento Geral do Estado para 2012. Contrariamente àquilo a que estávamos habituados no reinado de José Sócrates, Pedro Passos Coelho falou ao País, não para dizer aquilo que não está no orçamento, mas, pelo contrário, para apresentar e justificar perante os portugueses as medidas mais exigentes e que de forma mais grave os afectarão no próximo ano. No mesmo sentido, o Ministro das Finanças, na conferência de imprensa de apsentação do Orçamento fez aquilo que, francamente, já não víamos há, pelo menos, 6 anos: respondeu, de forma clara, directa e inequívoca a todas - e repito, todas -  as perguntas que lhe colocaram, esclarecendo uma serie de duvidas que ainda, e naturalmente, subsistiam sobre o documento. É extraordinário como, no domínio das condutas e do respeito pelos cidadãos, o que tantas vezes demos por adquirido pode agora surgir como uma novidade.

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06.10.2011
Generalizações (Crónica Rádio Fundação)

Não vai há muito tempo, por ocasião 50.º aniversário da sua ordenação, o cardeal patriarca de Lisboa D. José Policarpo, afirmou, numa entrevista que concedeu ao Diário de Notícias, que que faltam decisões políticas mais humanas e que "ninguém sai da política de mãos limpas”.

Independentemente das convicções que tenho sobre a Igreja e a educação de matriz católica que recebi, confesso que me surpreendeu ver alguém que tinha como uma pessoa ponderada e razoável proferir uma afirmação tão injusta e de pendor tão populista e demagógico.

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22.09.2011
Mudam-se os tempos, ficam-se as vontades (de alguns) (Crónica Rádio Fundação)

Assim que tomou posse, o Primeiro-Ministro anunciou que não procederia à nomeação de Governadores Civis.

O País, em geral, aplaudiu, não sem que antes, todavia, se levantassem as vozes de alguns arautos da desgraça que vaticinaram, com o desaparecimento desta estrutura, as mais terríveis calamidades.

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